Azul Linhas Aéreas pode ser a próxima companhia a fazer parte da Star Alliance

Posted on October 10, 2014

Azul  Linhas AéreasCom o aumento constante do número de voos operados a partir do Brasil, o país entra de forma definitiva no mapa da aviação civil mundial. De olho nesta nova realidade é que a Star Alliance pretende aumentar o total de companhias brasileiras presentes no grupo.

Segundo o CEO da Star Alliance – Mark Schwab – o mercado brasileiro é muito importante para a empresa. De acordo com os dados apresentados pela companhia, o país representa o quinto maior operador de voos domésticos do mundo e provavelmente irá subir de posição em breve.

A star Alliance vem aumentando suas parcerias na América Latina. Recentemente convidou a Avianca a fazer parte do grupo e agora é hora de chegar mais próximo do Brasil.

Mark Schwab explica que a Star Alliance está avaliando a entrada de outra companhia brasileira na empresa. Não há uma confirmação de qual seja, mas segundo avaliações positivas do mercado tudo indica que a Azul Linhas Aéreas seja a escolhida.

Além disso, escolher a Azul faz com que a Star Alliance esteja presente em um maior número de municípios brasileiros.

Recentemente, a companhia TAM saiu da Star Alliance devido à sua parceria com a chilena LAN. A partir daquele momento, a empresa brasileira passou a fazer parte da Oneworld.

O CEO avalia que deixar de contar com a presença da TAM foi uma lástima, mas avalia que a Azul Linhas Aéreas está em crescimento e, caso as previsões estejam certas a empresa paulista atingirá o mesmo patamar da TAM.

O objetivo principal da Star Alliance é estabelecer uma cobertura intensa nas linhas aéreas brasileiras. Atualmente é ela que possui a liderança nos voos operados pela América do Sul, tudo porque suas associadas – Avianca e Copa Airlines – possuem a grande fatia do mercado.

Azul  Linhas AéreasA Star Alliance também anuncia que está em negociações com o governo russo para a realização de novas parcerias por lá. Caso obtenha sucesso, o grupo passará ao oferecer cobertura mais eficaz em voos pela Europa, América do Norte, Ásia, África e América do Sul.

Segundo o executivo, o mercado asiático é o “mais fraco” para a companhia e, desta forma, não há previsões de expansão da Star Alliance em países como a China, por exemplo.

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